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Festival “Pint of Science"
Pelle | 20H
A Pint of Science é uma associação sem fins lucrativos que visa tornar a discussão científica acessível a todos. Anualmente, organiza um festival internacional de ciência, durante o qual investigadores de várias áreas são convidados a explicar os seus projetos de forma simples e atrativa em ambientes descontraídos, como bares.
O festival ocorre simultaneamente em mais de 500 cidades pelo mundo durante três dias consecutivos no mês de maio (13, 14 e 15 de maio de 2024).
LET’S HEAR THE IMAGES TALK
Sala de reuniões do CEHUM (O.10, Ed. 5) | 14h
Bionote
Duda Affonso é cineasta, fotógrafa, escritora e artista visual brasileira. É bolseira investigadora pelo programa Modernidades Comparadas: Literaturas, Artes e Culturas da Universidade do Minho, Braga. Possui Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É graduada em Cinema pelo Instituto de Ensino Superior de Brasília, tendo feito uma especialização em Fotografia Digital pela New York Film Academy. No cinema, realizou trabalhos como diretora de fotografia e fotógrafa still, além de roteirista, realizadora e montadora. Para além da pesquisa e produção acadêmica, mantém ativa a pesquisa e a prática artística tanto em cinema como em artes visuais.
Mais informações em https://cehum.elach.uminho.pt/researchers/139
CALL FOR PAPERS
Universidade do Minho
Detalhes para submissão de propostas:
CALL FOR PAPERS
Universidade da Madeira
Organização: EHum2M – Estudos Humanísticos em Migrações & Marginalização, Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho (CEHUM), e Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas (FAH), Universidade da Madeira
Jornadas
Sala de investigadores do CEHUM | 14.30H
Organização: GAPS (Grupo de investigação em Género, Artes e Estudos Pós-Coloniais). CEHUM.
Seminários ao Lanche
Sala de Reuniões do CEHUM | 15h
Ana Sofia Silva
Nota biográfica: Ana Sofia Silva é licenciada em Teatro pela Universidade do Minho e mestre em Artes Performativas pela Escola Superior de Teatro e Cinema, do Instituto Politécnico de Lisboa. Devido ao seu interesse por temáticas relacionadas com o tempo, o espaço e a memória na criação de histórias e objetos performativos, frequentou a pós-graduação em Escrita dramática e Dramaturgia da Universidade de Glasgow.
Atualmente está a realizar o doutoramento em Filosofia na Universidade do Minho e é professora de Artes Performativas no Agrupamento de Escolas de Coronado e Castro, na Trofa.
Título: Contribuições do presente da presença de Heidegger para as Artes Performativas: A história-tempo.
Resumo: A partir da análise do presente da presença proposto por Martin Heidegger, investiga-se em que contexto o tempo e a história podem coexistir no domínio das artes performativas, especialmente no teatro.
Em termos genéricos, o cenário atual desdobra-se da seguinte forma: a estética do teatro dramático oculta o designado tempo do relógio em favor do desenvolvimento verossímel de uma história e dos respetivos personagens dentro de um tempo e de um espaço ficcionalizados. Por outro lado, a estética pós-dramática traz o tempo do relógio e o tempo vivenciado (durée) para a performance, promovendo a partilha do presente do agora entre os performers e o público. Neste sentido, uma vez que o presente do agora se pauta por uma sucessão interminável de agora(s), conduzindo a mudanças constantes, tal impossibilita o enraizamento de uma história.
Perante este panorama, aparentemente, o tempo (aquele que não é ficcionado) e a história não podem coexistir e, portanto, o performer depara-se com o seguinte dilema: ou opta por se comprometer com o desenvolvimento de uma história, ocultando o tempo em favor da ficção, ou, opta por colocar o tempo em cena (o presente do agora), o que implica uma série de transições através de sucessivos agora(s), impedindo o enraizamento de uma história.
Taynnã de Camargo Santos
Nota Biográfica: Taynnã de Camargo Santos é doutorando no programa de Modernidades Comparadas na Universidade do Minho, mestre em Literaturas de Língua Portuguesa pela mesma universidade com a dissertação Além da Curva da Estrada: metáforas de vida e morte na poesia de Alberto Caeiro e Fernando Pessoa-ortónimo. É co-fundador do coletivo literário Sinestéticas, editor da revista digital Agagê 80 e co-editor da antologia Posfácios (Urutau, 2021).
Título: "Um catálogo de monstros” - os animais em Fernando Pessoa
Resumo: O projeto de investigação "Um catálogo de monstros” - os animais em Fernando Pessoa tem o objetivo de mapear, catalogar e analisar as referências aos animais na obra de Fernando Pessoa. Nossa proposta é analisar os textos atribuídos aos diferentes nomes de autor em busca de eventuais padrões nos sentidos atribuídos aos animais, sejam eles reais ou imaginários, e pensar de que forma esta análise pode contribuir para perspetivar os contornos do ato de “outrar-se” pessoano. Acreditamos que a construção desse catálogo é pertinente por permitir, de forma estruturada, que revisitemos a busca pela alteridade proposta por Pessoa na construção dos heterónimos a partir desta análise.
2ª Sessão do seminários dos colaboradoresNETCult com Maria Leonor Cordeiro
Online - 19h
Resumo:
As considerações que se partilham são fruto do estudo feito no âmbito do curso on-line “Introdução à mitologia e religião do Antigo Próximo Oriente” ministrado pelo Professor Doutor António de Freitas, que, ao leme, nos guiou pelas cosmogonias do Antigo Próximo Oriente, cantando-nos ecos das cosmogonias suméria, babilónica, o capítulo 1 do livro do Génesis, o Hino da Criação Védica e alguns mitos hititas. O mito de Illuyankas, o dragão ou a serpente monstruosa, foi o propulsor do work in progress sobre a deusa Inarash que se apresenta. De facto, Inarash, filha do Deus da Tempestade, assume, na primeira versão do mito, um papel preponderante no seu desfecho. Sobre o mito de Inarash existem várias tabuinhas cuneiformes, algumas bastante fragmentadas, inventariadas com o número 336 no Catálogo dos Textos Hititas (CTH). O desaparecimento de Inarash tem feito recordar o sobejamente conhecido mito greco-romano de Deméter/Ceres e Perséfone/Prosérpina.
Nota biográfica:
Maria Leonor Cordeiro é mestre em ensino de Português e Espanhol, possui licenciatura em Línguas e Literaturas Clássicas, ambos pela FLUL. Prepara a dissertação “Espaço e tempo em DE REDITV SVO de Rutílio Namaciano” para a conclusão do Mestrado em Estudos Clássicos, pela FLUC. Há dois anos que, na esteira dos cursos ministrados pelo Professor Doutor António de Freitas, se dedica ao estudo das línguas e culturas do Antigo Próximo Oriente, nomeadamente sumério, hitita e, mais recentemente, acádio. No âmbito do curso ‘Introdução à mitologia e religião do Antigo Próximo Oriente’, ministrado pelo Professor Doutor António de Freitas, pelo CEHUM, Universidade do Minho, segue linhas de investigação sobre a deusa Inarash.
Ciclo de Seminários
Auditório da ELACH | 11h
Organização: Direção da Licenciatura de Estudos Culturais & Núcleo de Estudos Transculturais (NETCult) do Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho (CEHUM)
Sinopse
O fenómeno da viagem é transversal aos tempos e espaços, constituindo uma omnipresença na cultura entendida num sentido global.
No entanto, cada viagem é única, assim como as motivações e perceções dos viajantes. É sobre esta pluralidade e heterogeneidade intrínsecas ao que se pode denominar de uma Cultura da Viagem que o presente ciclo de seminários pretende refletir.
Assente numa multissecular tradição, a viagem assume na contemporaneidade configurações muito diversas, designadamente enquanto consequência quer de uma notória intensificação da mobilidade global, quer de uma maciça migração medial do analógico para o digital. Neste sentido, na sua atualidade, a reflexão sobre a Cultura da Viagem destaca novos atores e narradores.
Assim, apresenta-se, em 12 de abril, como o primeiro evento do ciclo de seminários, uma mesa-redonda com os bloggers de viagens portugueses Filipe Morato Gomes e Rui Barbosa Batista, membros fundadores da Associação de Bloggers de Viagem Portugueses (ABVP). Por sua vez, a cultura da viagem poderá assumir, também, a forma de múltiplos cruzamentos culturais, como é o caso da Arménia, que, no dia 19 de abril, será apresentada pela professora Ruzanna Sargsya da Universidade Estatal de Yerevan. A presença da mulher na viagem ao longo dos séculos e em particular, as narrativas de mulheres viajantes no Estado Novo, será explanada, no dia 10 de maio, pela investigadora Sónia Serrano, autora do livro Mulheres Viajantes. E, por fim, a reportagem de viagem em zonas de conflito, tema que, no dia 17 de maio, será apresentado, em primeira pessoa, pelo escritor e repórter freelance Paulo Moura, autor de vários livros de viagens, destacando o mais recente sobre a guerra ainda vigente na Ucrânia.
Colóquio
Museu Nogueira da Silva
Organização: CMB, CEHUM e Museu Nogueira da Silva
Decorre sexta e sábado, no Museu Nogueira da Silva, o colóquio para lembrar uma das escritoras mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea.
Solitária, discreta e cosmopolita, Maria Ondina cruzou culturas e percorreu os quatro cantos do mundo, viajando entre o ocidente e o oriente, sentindo sempre o ímpeto da partida e o desencanto da chegada. “Partir é bom, mas, pensar em partir, melhor ainda. Quanto a mim, acho que tenho sempre chegado. Partir é esperança. Chegar, desencanto”.
As cartografias literárias e pessoais de Maria Ondina dão o mote para a iniciativa que vai reunir diversos escritores, poetas, atores, artistas plásticos, académicos literários e outros oradores, entre os quais Lídia Jorge, Pedro Mexia, Mónica Baldaque e António Durães.
Os interessados devem efetuar a sua inscrição no Museu Nogueira da Silva, sito na Av. Central, 61, 4710-228 Braga, através do email sec@mns.uminho.pt ou do contacto telefónico 253 601 275. O valor da inscrição é de 15 euros para o público geral e 5 euros para estudantes.
XIII Jornadas de Estudos Espanhóis e Hispano-Americanos
Auditório ELACH
Evento a decorrer na tarde do dia 10 de abril e na manhã do dia 11 de abril
Aula Aberta no Mestrado em Português Língua Não Materna
Universidade do Minho (Gualtar) | Edifíco 1 sala 2.26 | 11h
Docente: Doutor José Carlos Albuquerque Dias, Universidade de Varsóvia - Polónia
Organização: MPLNM – Micaela Ramon
Resumo: Sabes certamente o que são hiperligações, utiliza-las todos os dias para navegar a Internet. Mas sabias que as hiperligações também podem ser usadas para criar histórias? A este género literário cativante, que cria um diálogo único entre o leitor e o autor, chamamos hiperficção ou ficção hipertextual.
É uma nova forma de contar histórias que as pessoas ainda estão a descobrir. É possível escrever histórias de aventura e exploração; histórias de mistério e enigmas; ou histórias profundamente pessoais sobre retalhos da vida quotidiana e tantas outras que ainda estão por ser inventadas.
Nesta oficina, iremos analisar e debater algumas das características distintivas deste género da literatura eletrónica. Depois iremos aprender os rudimentos de uma das ferramentas de escrita deste tipo de narrativas, o Twine, de Chris Klimas; e, por fim, vamos trocar ideias sobre como se pode usar esta ferramenta em contexto de ensino/aprendizagem de língua portuguesa.
No final desta oficina, estarás preparado(a) para começar a escrever as tuas próprias histórias hiperficcionais.
Nota: Para esta oficina não precisas de nenhum conhecimento prévio, apenas de curiosidade e um computador portátil com ligação à Internet (não recomendo tablets nem telemóveis).
Nota de apresentação:
José Carlos Albuquerque Dias é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade do Algarve, tem uma pós-graduação em Cultura Portuguesa Contemporânea pela Universidade Aberta e fez um doutoramento na área da literatura eletrónica, na Universidade de Varsóvia. Nesta universidade, leciona língua e literatura portuguesas a estudantes de graduação e pós-graduação. Gosta de videojogos, de escrever contos, de traduzir poesia e de tocar guitarra.
Ciclo de Conferências
Online
Organização: Academia das Ciências de Lisboa
Coordenação: Maria Manuela Tavares Ribeiro, Maria de Jesus Cabral (CEHUM), Maria Salomé Soares Pais
SINOPSE
Em dezembro de 1948 a Assembleia Geral das Nações Unidas adotava e proclamava a Declaração Universal dos Direitos Humanos (resolução 217 A III). Esta declaração da ONU, composta por 30 artigos, representa um ideal comum a atingir por todos os povos e nações a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.
Decorridos 75 anos após a publicação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o objetivo deste Ciclo de conferências sobre Diversidade Cultural, desenvolvimento e direitos humanos consiste em promover uma reflexão ampla e abrangente sobre o tema dos direitos humanos.
São interpeladas várias áreas do conhecimento como História, Filosofia, Direito, Literatura e Medicina, de modo a propiciar um diálogo enriquecedor e estimulante. Abordar-se-ão as origens históricas dos direitos humanos, seus fundamentos filosóficos, bases legais, expressões literárias, bem como questões emergentes de saúde e de cidadania que passam pela qualidade da educação e da formação.
Neste sentido, este Ciclo pretende contribuir para a apropriação pela sociedade de um tema fundamental, promovendo a diversidade cultural e o conhecimento dos princípios e práticas de uma cidadania comprometida com os direitos de toda a família humana.
Porque hoje como ontem o respeito dos direitos humanos permanece o “fundamento inalienável da liberdade, da justiça e da paz no mundo”.
Mais informações no Programa do evento em anexo.
CONFERÊNCIA
Auditório da ELACH | 15h
Abstract
Consider four possible views of F: F is many and not one (pluralism); F is one and not many (monism); F is both one and many (moderate monism or moderate pluralism); F is neither many nor one (anti-realism or nihilism). F can take many values – goodness, truth, pleasure, and many more. The focus here is on the aesthetic: Is beauty one or many? Is visual beauty one or many? Is artistic value one or many? Are they unities or merely heaps?
Views that plump for the many over the one have recently been defended by some prominent aestheticians. Jerrold Levinson states that “visual beauty is irreducibly multiple … the types thereof are essentially different and not reducible or assimilable to one another… [there are] at least six fundamentally different properties of visual beauty,” of “radically different sorts." In short, “beauty has only a superficial unity….beauty is not one.” Dominic Lopes holds that “there is no characteristically artistic value… artistic value is the aggregate of pictorial value, musical value, and other such values; it need not be their common denominator… There is no ‘substantive unity’ to the values realized by works in the different arts. Artistic value is a disjunction of the values that works have as members of specific art kinds.” If views, like these, that emphasize the many over the one, are superior to views that do not privilege the many over the one, then that it may be because (a) their views are explanatorily superior to alternatives that do not privilege the many over the one, or (b) the arguments for them are strong. Is either of these the case?
Formação
Edifício dos Congregados, Universidade do Minho
⨁ | ProgramaPALESTRA
Auditório da ELACH e Zoom | 11h - 12h30m
O Centro de Recursos Linguísticos (CRL), um espaço de aprendizagem de línguas autónomo, dinâmico e evolutivo As situações de ensino/aprendizagem de línguas evoluíram consideravelmente, tanto devido às ferramentas digitais em evolução quanto às práticas individuais dos estudantes que se expandiram e abrangem todos os momentos da vida. A aprendizagem de línguas ocorre apenas parcialmente em ambientes formais, o que levanta a questão de como considerar e apoiar essas experiências de aprendizagem plurais no âmbito do CRL. Portanto, examinaremos os diferentes elementos que compõem o sistema CRL e revisitaremos questões de autonomia, aprendizagem formal e/ou informal e apoio, auxiliados por ferramentas em constante evolução (crachás, microcréditos e por que não IA).
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